Eu adimito que nos últimos dias fui bastante leviana com meus escritos. Se é que posso ser acusada, se a razão das minhas faltas é a total falta de tempo. Desde a semana passada que não posto nada, mais também nada de extraordinário aconteceu de lá pra cá. Andei pensando no que acontece quando abrimos uma porta que não se pode fechar, ou quando fechamos uma porta que não se pode abrir mais uma vez?! Sei que em muitos momentos precisamos abrir mão de algumas coisas por outras (uma aparente felicidade, talvez), e não será nada fácil fazê-lo. É possível que se verifique o inesperado em muitos desses momentos, mas também não se pode saber sobre algo se não procurarmos compreender o que está nas entrelinhas! Certamente tenderemos sempre a fazer dos pequenos detalhes que observamos no dia-a-dia, aquilo que mais confortante nos pareça - nesse caso, será clássico pensar na CONVENIÊNCIA - .Algumas coisas podem não passar de ilusão, mais é assim, normal se perder.
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