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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Texto do dia 12/12/2011 - Segunda-feira

QUESTÃO 38.

Em relação a vida, sequer tem-se uma definição apropriada sobre o que ela realmente é, ainda que, para muitos cosmólogos, seja uma inevitabilidade do universo em que vivemos, um universo com leis. (CAPOZZOLI, 2011, p. 6).
O conceito de a vida está associado a determinadas propriedades que são inerentes aos sistemas vivos.
A respeito dessas propriedades, é correto afirmar:
Como no início do texto consta, essa é a questão 38 do vestibular UNEB, processo seletivo 2012. Eu consegui finalmente concentrar-me em alguma questão da prova. Capazzoli permite refletir sobre a vida, de modo a questionar-me inúmeras vezes a respeito dessa inevitabilidade não somente em existir e eventualmente viver, mas, em vivermos como se tal fosse uma lei. Sartre já dizia, viver nos foi imposto.
 Acordei as 05:40. Acho que era mais ou menos esse horário que me pus de pé para preparar os sanduíches de Dê, antes da sua viagem sentido a Itabuna. Despedida como de costume, ele sempre me causando o finito sentimento de alegria pela sua ausência e a incidente saudade. Bom... até então o plano era retornar ao sono até as 06:20/30 no máximo! Era esse o plano. O celular despertou. Antes fosse o contrário! Eu o desativei e naturalmente entreguei-me ao sono cheio de iniciativa, que me recolheu ao edredom até as 07:46. Isso significava que eu estava impedida de prestar meu vestibular, os portões estavam previstos para fecharem as 07:50. Estive de pé num pulo, arrebatei minha bolsa e vesti-me finalmente no portão da rua. Montei na primeira moto que passava e conseguia apenas solicitar que o moto boy corresse. Foi hilário! Não da pra explicar o que acontece na cabeça, eu só pensava no que aquele ato inconsequente de dormir demais no dia do vestibular acarretaria em minha vida! A culpa seria inconcebível.
Corre! Pode correr! Eu queria me certificar de que os portões ainda estariam abertos, eu precisava amenizar minha falta de limites, disciplina ou sei lá o que, tentando chegar ao colégio o quanto antes. Consegui esquecer o trajeto que me levaria ao local de prova, passamos na verdade, da entrada. Constatei isto mais adiante. Voltamos! Meu Deus, que loucura! Até que enfim cheguei! Como chovia muito, em toda a região do Recôncavo, isso dificultou a chegada da galera das cidades vizinhas. Apropriadamente a coordenação do processo, conduzidos pelas intervenções divinas e celestiais, deu como acréscimos mais 15 minutos para então, permanentemente fechar aqueles portões pelo qual passei!
Mesmo em dias como hoje, cuja dificuldade não se restringiu ao meu atraso, nem muito menos ao piloto conservador, que face ao meu desespero, ainda assim, respeitou o código de trânsito, não ultrapassando nem um sinal vermelho sequer... – Eu fiz sim a prova! –. Além do meu otimismo miniaturizado frente a tudo que até então dava errado, pude contar com a sorte! Deus considerou que acordar tarde, não podia ser meu maior delito, especialmente depois do meu arrependimento! Minha freqüência cardíaca, até o momento de entregar a prova manteve-se em suas atividades físicas de 154 a 164 batimentos por minuto, eu suponho! Não se pode garantir a veracidade, mas a sorte despertou junto comigo nesta manhã!

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