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domingo, 20 de maio de 2012

E que a vida seja cor de rosa, assim como os nossos mundos!


Quando vi essa imagem achei tão linda, tão gostosa de admirar que a primeira coisa que veio na minha cabeça foi: como seria estar ali, naquele lugar!? E porque ele me parecia tão perfeito, seguro e doce?! Será que o 'rosa', essa cor, foi o que promoveu em mim essa sensação plena de beleza e familiaridade. Será que por eu ser uma criatura do sexo feminino sofro ainda a influencia dessa tonalidade em minha vida!?  Coisas como, enxoval cor de rosa, acessórios, moveis, roupas, calcados, objetos, brinquedos e tantas outras coisinhas de menina, impregnadas com os vários tons rosados causaram em mim esse efeito altruísta, será?!  Aí, logo me veio uma vontade de pesquisar sobre esse fato e evidentemente escrever sobre. Comecei me questionando: Será que essa atitude (de amar a imagem) foi ‘Patrícia’? HeHe... É um termo novo que criei para simplificar o léxico “Patricinha”. Então coloquei no Google a designação da palavra. O que primeiro me surgiu, foi um teste para atestar-me se eu era ou não uma delas! “Você é uma Patricinha?” E SIM! O resultado final me assegurava que SIM! Eu era!  Foram 63 perguntas das quais eu só me enquadrava em 14. E acreditem ao calcular o resultado o atestado era esse:  
Você é uma Patricinha!
 25 pontos
Patricinha completa.
É o tipo de patricinha mais conhecido, pois possuem todas as principais características delas. Quando alguém se refere a patricinha, geralmente pensam neste tipo.


Não sou Patricinha e nada declaro contra a nenhuma moçinha que se considere ou orgulhe-se de ser uma. Inclusive acho que em parte essa gíria, pode ser ofensiva para algumas pessoas que se recusam a ser uma, ou simplesmente não se admitem com comportamentos peculiares. O olhar de muita gente remete essas meninas a características como: enjoadas, nojentas, enxeridas, barulhentas, faladeiras, fúteis e etc. Não acho nada disso! As vejo como criaturas em potencial de consumo. Como aquelas que gastam porque querem e porque principalmente, podem! São pessoas que acompanham as novas tendências, preocupam-se com o visual, são vaidosas, energizadas pela vontade de cuidar de si e gostam de ‘rosa’. Não se trata de ser uma Patricinha ou não, para gostar de estudar, ser gentil e ter educação. Vi que em outros países existem outros termos que designam essas moças que se diferenciam do convencional básico, adotando um convencional próprio. Elas podem ser chamadas de ‘Beta/Betinha’ ou ‘Coquete’, como é o caso de Portugal. E assim provavelmente vai se disseminando esses nomes que pejorativamente ou não definem muitas adolescentes que investem na moda. A ideia aqui é respeitar o jeitinho de cada pessoa. Se não gostamos de drogas, não precisamos usá-las. Se não gostamos de católicos, protestantes ou qualquer outro tipo de seguidor religioso, não precisamos segui-los. Então se não gostamos que nos desrespeitem, é simples, não desrespeitemos ninguém! E que a vida seja cor de rosa, assim como os nossos mundos!


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