Quando vi essa imagem achei tão linda, tão gostosa de admirar que a
primeira coisa que veio na minha cabeça foi: como seria estar ali, naquele
lugar!? E porque ele me parecia tão perfeito, seguro e doce?! Será que o
'rosa', essa cor, foi o que promoveu em mim essa sensação plena de beleza
e familiaridade. Será que por eu ser uma criatura do sexo feminino sofro ainda
a influencia dessa tonalidade em minha vida!? Coisas como, enxoval
cor de rosa, acessórios, moveis, roupas, calcados, objetos, brinquedos e
tantas outras coisinhas de menina, impregnadas com
os vários tons rosados causaram em mim esse efeito altruísta,
será?! Aí, logo me veio uma vontade de pesquisar sobre esse fato e
evidentemente escrever sobre. Comecei me questionando: Será que essa atitude (de
amar a imagem) foi ‘Patrícia’? HeHe... É um termo novo que criei para
simplificar o léxico “Patricinha”. Então coloquei no Google a designação da
palavra. O que primeiro me surgiu, foi um teste para atestar-me se eu era ou
não uma delas! “Você é uma Patricinha?” E SIM! O resultado final me assegurava
que SIM! Eu era! Foram 63 perguntas das quais eu só me enquadrava em 14.
E acreditem ao calcular o resultado o atestado era esse:
Você é uma Patricinha!
25 pontos
Patricinha completa.
É o tipo de patricinha mais conhecido, pois possuem todas as principais
características delas. Quando alguém se refere a patricinha, geralmente pensam
neste tipo.
Não sou Patricinha e nada declaro contra a nenhuma moçinha que se
considere ou orgulhe-se de ser uma. Inclusive acho que em parte essa gíria,
pode ser ofensiva para algumas pessoas que se recusam a ser uma, ou
simplesmente não se admitem com comportamentos peculiares. O olhar de muita
gente remete essas meninas a características como: enjoadas, nojentas,
enxeridas, barulhentas, faladeiras, fúteis e etc. Não acho nada disso! As vejo
como criaturas em potencial de consumo. Como aquelas que gastam porque querem e
porque principalmente, podem! São pessoas que acompanham as novas tendências,
preocupam-se com o visual, são vaidosas, energizadas pela vontade de cuidar de
si e gostam de ‘rosa’. Não se trata de ser uma Patricinha ou não, para gostar
de estudar, ser gentil e ter educação. Vi que em outros países existem outros
termos que designam essas moças que se diferenciam do convencional básico,
adotando um convencional próprio. Elas podem ser chamadas de ‘Beta/Betinha’ ou
‘Coquete’, como é o caso de Portugal. E assim provavelmente vai se disseminando
esses nomes que pejorativamente ou não definem muitas adolescentes que investem
na moda. A ideia aqui é respeitar o jeitinho de cada pessoa. Se não gostamos de
drogas, não precisamos usá-las. Se não gostamos de católicos, protestantes ou
qualquer outro tipo de seguidor religioso, não precisamos segui-los. Então se
não gostamos que nos desrespeitem, é simples, não desrespeitemos ninguém! E que
a vida seja cor de rosa, assim como os nossos mundos!
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