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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Texto - Jussara Marinho

Vivemos o tempo dos interligados, comportados, cuidadosos, críticos, auto-críticos, sensatos, astutos. Tempo de carros cada vez mais velozes, TV a cabo, ar-condicionado, sequenciamento de genes,telefones celulares, copos descartáveis, relacionamentos descartáveis. Vidas descartáveis.Tempo de diversidade, multiplicação, reação em cadeia, velocidade, globalização. Cabe-nos, agora, viver este tão esperado tempo de indiferença, artificialidade, egoísmo desmedido, insensibilidade, falta de tempo e solidão? Estou constatando um mundo insano. Sem esperança? Não creio. Mas, um mundo que urge, buscar, recuperar resgates. o olhar dadivoso ao outro; a mão estendida; a postura humana…são caminhos de um re-começo que pode recolocar esta vida furiosa nos trilhos. Recolada, talvez ela volte a fazer sentido. Por que percebo, o tempo todo, que hoje, mais do que nunca, o homem carece de AMOR. Carece de DAR e RECEBER AMOR. E, sem AMOR, NÃO SE TEM NADA. Urge que o homem volte a ouvir sua intuição, seu coração, para que possa recuperar as rédeas de seu destino e realizar, sim, sonho por sonho, que são os responsáveis pela mantença das batidas de seu coração.


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